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O cristão e as selfies sensuais

Postado por Felipe Pedrosa , ,




Alguém pode me ajudar a entender o sentido de uma publicidade de calça jeans mostrar uma imagem com pessoas peladas? Vou dificultar a missão agora. Sabe me explicar por que os banners que vejo até mesmo nas óticas mostram modelos com poses de pura sedução? Olha, não é de se estranhar que hoje em dia as pessoas postem na internet tantas fotos sensuais. Esses dias, vi uma charge dizendo assim: “Legal a foto dos peitos… Só não entendi o Salmo na legenda”. O padrão sexy de fotografia se tornou tão comum que acabou sendo confundido como normal. Ah, até mesmo (e quem sabe até com maior intensidade) entre os cristãos.

“Não vivam como as pessoas deste mundo”, é o conselho de Deus em Romanos 12:2. Ou seja, pare de ser ‘Maria vai com as outras’ e usufrua do seu domínio-próprio. Tenha consciência de que nem tudo que é comum é, de fato, conveniente. Não é só porque você caiu na rede (virtual) que tem de ser peixe. Cuidado, você pode ser fisgado! Você não precisa se entregar tanto. Você não precisa mostrar tanto. Exposição em excesso vai tornar você alguém público e não exclusivo. Assim, não pode esperar muito da forma como será visto e tratado pelos outros. Tudo que é comum demais sofre desvalorização.

Um artigo que está “bombando” nas redes sociais foi escrito pela presbiteriana Kristen Clark. “Como garotas cristãs, estamos sendo bombardeadas por mensagens de nossa cultura que sedução e poses sensuais são legais, descoladas e normais”, diz no texto. E não reduzo esse fato apenas para garotas, mas sim para qualquer pessoa. Afinal, todo ser humano pode apelar sexualmente. “Tirar selfies sedutoras não é mais atrevido… é aceitável e louvável”, comenta Kristen sobre a atitude  popularizada. E como não se bastasse esse novo protótipo de “normal”, ainda existe o incentivo para tal atitude. Vejo na minha timeline pessoas, muitas vezes até crianças e adolescentes, encantando-se com os comentários em seus cliques sensuais. Eles não costumam ser de repreensão, mas sim de motivação, como: “Arrasou”, “uau”, “perfeita”…

O ser humano tem sido padronizado, e da forma mais baixa possível. Aí está o perigo de olhar para pessoas, e não para Deus. Ter pessoas como modelo de vida pode ser decepcionante. Acreditar que elas têm o estilo ideal e perfeito é cair no engano. Sonhar em ser igual a algum humano é viver com base insegura. Espelho perfeito mesmo é nosso Deus! Você deseja ter essa Imagem divina? Gostaria de saber a melhor forma de tratar a si mesma? Anseia a verdadeira autoestima e valorização? Olhe para cima, pois é olhando para Ele que nos tornamos como Ele. Afinal, pela contemplação somos transformados.

Emanuelle Sales, colunista no site adventistas.org

Decidi não decidir

Postado por Felipe Pedrosa , , ,


"Eu queria só um dia decidir não decidir" seria perfeito se nossas decisões não nos afetasse mas infelizmente eu estaria sendo patético se eu te dissesse que você pode decidir coisas e ficar isento de suas consequências, todos os dias tomamos decisões difíceis e todos os dias colhemos os frutos dessas decisões sejam positivas ou negativas, e é um fluxo constante desde a queda de Adão e Eva. Eu me pego as vezes a imaginar o que eu teria feito no lugar de Adão e Eva, teria eu caído na conversa "fiada" da serpente? Teria eu sido influenciado por Eva a comer do fruto?

Na verdade da maçã que eles provaram eu e você provamos todos os dias quando damos espaço para atitudes que não vem do reino dEle. Quando estamos prestes a tomar uma decisão precipitada passamos por alguns estágios até tomarmos uma posição os quais também Adão tomou depois que Eva lhe ofereceu o fruto:

Entender a seriedade da situação:
Adão compreendeu que sua companheira transgredira a ordem de Deus, desrespeitara a única proibição a eles imposta como prova de sua fidelidade e amor.PP pág 27

Razão e emoção colocada a prova em uma luta dentro de si:
Teve uma terrível luta íntima. Lamentava que houvesse permitido desviar-se Eva de seu lado. Agora, porém, a ação estava praticada; devia separar-se daquela cuja companhia fora sua alegria. Como poderia suportar isto? PP pág 27,28

É colocado de lado a razão e no calor do momento deixa-se o grandioso plano de Deus pelo superficial:
Adão havia desfrutado da companhia de Deus e dos santos anjos. Havia olhado para a glória do Criador. Compreendia o elevado destino manifesto à raça humana, se permanecessem fiéis a Deus. Todavia, estas bênçãos todas foram perdidas de vista com o receio de perder ele aquela única dádiva, que, a seus olhos, sobrepujava todas as outras. O amor, a gratidão, a lealdade para com o Criador, tudo foi suplantado pelo amor para com Eva. Ela era uma parte dele, e ele não podia suportar a ideia da separação. Não compreendia que o mesmo Poder infinito que do pó da terra o havia criado, como um ser vivo e belo, e amorosamente lhe dera uma companheira, poderia preencher a falta desta. PP pág 28

As faculdade mentais ficam obscuras chegando a dar razões para a carne ser alimentada:
"Resolveu partilhar sua sorte; se ela devia morrer, com ela morreria ele. Afinal, raciocinou, não poderiam ser verdadeiras as palavras da sábia serpente?" PP pág 28

O pecado torna-se atraente e aparentemente nem um pouco nocivo:
"Eva estava diante dele, tão bela, e aparentemente tão inocente como antes deste ato de desobediência. Exprimia maior amor para com ele do que antes. Nenhum sinal de morte aparecia nela, e ele se decidiu a afrontar as conseqüências. Tomou o fruto, e o comeu rapidamente". PP pág 28

No ato do pecado um gosto de exaltação e depois de feito um amargo gosto de derrota:
"Depois da sua transgressão, Adão a princípio imaginou-se a entrar para uma condição mais elevada de existência. Mas logo o pensamento de seu pecado o encheu de terror. O ar, que até ali havia sido de uma temperatura amena e uniforme, parecia resfriar o culpado casal. Desapareceram o amor e paz que haviam desfrutado, e em seu lugar experimentavam uma intuição de pecado, um terror pelo futuro, uma nudez de alma." PP pág 28

Seria fácil para nós que hoje conhecemos a história da serpente sermos tentados por ela e conseguimos passar pela prova. Mas não é fácil quando no nosso dia a dia o pecado vem de forma atraente e nos usa ao ponto de darmos razão a nossa carne e pensar que afinal a "serpente" não está tão enganada assim, no vídeo a seguir você pode ficar espantado por uma novela em rede nacional exibir tal conteúdo para o Brasil inteiro e várias partes do mundo:

Vídeo com baixa qualidade materiais desse tipo da rede globo são retirados da internet

Mas estudando espirito de profecia principalmente nesses trechos da Queda de Adão você percebe que por vezes nos pegamos justificando o pecado, alguns tentam provar na bíblia que não está errado cometendo erros que na verdade não podíamos ter dúvida alguma. Hoje quando a pecado bater a porta do seu coração vá contra ele , chegue ao ponto de mesmo gostando de pecar vá contra você mesmo:
"Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado." 1 Coríntios 9:27

E que morra o meu "Eu" que viva Cristo em mim, viva essa luta contra você mesmo todos os dias pois quando você para de decidir o Diabo toma conta de suas decisões.


#Meditação:Janelas sujas

Postado por Felipe Pedrosa ,

"Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos". Lucas 15:29
Devemos notar que o irmão mais velho é parte importante da parábola de Jesus. No primeiro nível, ele reflete a atitude dos murmuradores fariseus, a audiência primária, para quem a graça divina oferecida aos "publicanos e pecadores" é um desperdício. Em um nível mais profundo, o filho mais velho representa um grupo que está mais perto de nós: as vítimas do legalismo, os "perfeitos", marcados por complexo de superioridade.

Traços de seu caráter começam a aparecer nas entrelinhas da narrativa. O texto diz que o pai "repartiu os bens entre os dois" (Lc 15:12, NTLH). Será que ele também recebeu sua parte? Na cultura oriental, se esperaria que o filho mais velho reagisse à demanda de seu irmão e rejeitasse qualquer participação nela. Mas seu silêncio indica que suas relações com o pai não eram as melhores. Além disso, se esperaria que ele entrasse verbalmente na história e assumisse o tradicional papel de conciliador. É na última cena, contudo, que sua máscara cai. Ao chegar em casa e ouvir o som da celebração, ele não procura o pai para ter uma explicação. Ele fala com os servos (v. 25, 26). Qualquer filho normalmente entraria em casa para alegrar-se com o pai. As dificuldades seriam resolvidas depois.

O filho mais velho é um emblema daqueles que estão distantes, embora dentro de casa. Ele humilha e desacata publicamente seu pai, que, saindo, procura "conciliá-lo" (v. 28). O filho mais velho faz apenas queixas. Não usa nenhum título de tratamento respeitoso (v. 29, 30). Ele demonstra o espírito de um escravo: "Tenho trabalhado há tantos anos e nunca recebi um cabrito" em pagamento para "alegrar-me com meus amigos". Sua comunidade emocional está fora da família. Ele ainda insulta seu pai, afirmando nunca ter transgredido seus mandamentos. Contudo, viola o mandamento da honra devida aos pais. Ele se limita a tratar seu irmão como "esse teu filho", negando assim qualquer relacionamento com o irmão e com o pai. Ele acusa o irmão de gastar os bens com meretrizes. Como ele sabe? Provavelmente é o que ele teria feito. A diferença entre ele e o irmão mais novo é que, enquanto aquele é um "pecador confesso", ele é "um santo hipócrita". Tal doença é de cura mais difícil.

Refletindo nessa meditação me lembrei de uma ilustração:

Haviam duas famílias vizinhas que moravam uma de frente para outra. Todos os dias, o marido de uma das casas , ao voltar do trabalho, encontrava a esposa reparando nas roupas penduradas na área da casa vizinha. Ficava indignada. Não entendia por que não as lavava adequadamente primeiro, para só depois colocá-la no varal. E dizia isso com impaciência e com a certeza de que a vizinha era descuidada e suja. 

Durante muito tempo se repetiu a cena, o marido chegava do trabalho e ouvia a esposa reclamando da falta de higiene da vizinha com suas roupas.

Depois de algum tempo, cansado das reclamações da mulher, o marido acordou cedo, lavou o vidro de sua casa e foi para o trabalho, ao voltar percebeu sua esposa no mesmo lugar. Ele perguntou: - O que fazes ai querida? Respondeu ela: -Parece que de tanto eu falar a vizinha lavou as roupas direito. O marido a interrompeu dizendo, não foi ela que lavou as roupas direito, fui eu que acordei mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela.

Por que é sempre mais fácil apontar? Por que é sempre mais confortável se acomodar com nossos erros? Reflita.



Um problema com a religião!

Postado por Eu confesso q , ,


“A Sra. Johnson é uma assistente social que supervisiona casos de abuso infantil e leva o seu trabalho muito a sério. O numero de casos sob sua responsabilidade é maior do que o de seus colegas, e ela trabalha mais horas porque tem a necessidade obsessiva de prestar atenção aos detalhes. Embora a Sra. Johnson não seja uma pessoa religiosa, sua dedicação ao trabalho é religiosa.” (Mark W. Baker. Jesus, o maior psicólogo que já existiu, pág. 78)
Há alguma coisa na cabeça das pessoas que não são “religiosas” que as mantém num pensamento um tanto distorcido das que são ditas “religiosas”. Afinal, todos os religiosos são iguais? Muitos pensamentos e muitas definições partem sem sentido baseadas num certo grupo de pessoas ou numa pessoa em particular que acaba denegrindo a imagem de diversos outros que buscam uma relação mais pessoal com Deus.

Pensa bem, há realmente algum problema na religião? Na boa, assim de verdade! Faz uma reflexão bem profunda agora e se responde. E se existe algum problema, que problema seria esse?

Eu fico me perguntando como alguém consegue ter um pensamento tão distorcido dos ditos “religiosos”? De verdade amigo pensa comigo, eu sou um “religioso” a cerca de dez anos, uma década inteira de formação de princípios e metas. Não me considero lá um dos melhores seguidores de Cristo, muito pelo contrário, erro muito e erro feio, mas nessa minha caminhada já encontrei todos os tipos de “religiosos” que você possa imaginar. São pessoas simpáticas, arrogantes, gentis, grossas, inteligentes, cultas, analfabetas, brutamontes, enfim, muita gente mesmo e confesso para você querido amigo que o problema definitivamente não está na religião!

Existem princípios, metas e regras que definem muitas de nossas ações, mas nenhuma delas é capaz de criar esses monstros que alguns conheceram. Sim, porque não falar daqueles que me acompanham, daqueles que eu vi e revi diversas vezes em minha caminhada. Não estou te falando que todos são assim, apenas quero que frisar que tanto no seu mundo “não-religioso” quanto no meu mundo “religioso” existem sim pessoas que não são flor que se cheire e enquanto vivermos nesse mundo ainda haverá muitas assim.

Amigo, por onde você tem andado? Que princípios têm regido seus passos? Como diria William Shakespeare: “As circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nossos atos!”.

Na explicação da parábola do Trigo e o Joio, Jesus afirmou:
“Ele explicou: o agricultor que tem a semente pura é o filho do homem. O campo é o mundo, as sementes verdadeiras são os súditos do reino, as ervas daninhas são os súditos do Diabo e o inimigo que as semeia é o próprio Diabo. A colheita é o fim dos tempos, o desfecho da história. Os ceifeiros são os anjos.”
Há um grande campo (mundo) onde muitas sementes foram semeadas (pessoas) entre elas estão o joio e o trigo (pessoas diretas e pessoas perversas. E não pessoas religiosas e não-religiosas) mas o dia chegará em que teremos a grande colheita, onde serão separados os bons e os maus frutos (e não os não-religiosos dos religiosos). Entenda.


#Meditação: Tão grande nuvem de testemunhas

Postado por Felipe Pedrosa , ,



Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta. Hebreus 12:1
A nuvem de testemunhas mencionada no texto, qualificada como "tão grande", é formada pelos heróis da fé relacionados no capítulo 11. A vida deles e suas vitórias são o grande encorajamento para a carreira da fé.

A metáfora é tirada dos esportes do mundo antigo. O autor imagina o cristão como um atleta, fazendo os preparativos para a corrida num estádio da antiguidade, com os espectadores assentados, elevando-se por todos os lados, em longas filas. O atleta, antes de iniciar a maratona, momentaneamente levanta o rosto para ver a multidão de faces que o cerca como uma nuvem. Ele vê os grandes atletas do passado observando-o. Cada um deles, apesar das limitações e desabilidades, terminou o percurso proposto.

Nessa fração de segundos, aquele que está para iniciar o trajeto toma consciência de que aqueles não são espectadores comuns, mas veteranos da mesma corrida. É como se os fiéis de todas as eras, a vida deles e a memória de suas vitórias estivessem assentados naqueles bancos, fixando intensamente o olhar naquele que inicia agora. Hebreus 11:39 nos diz que os vencedores do passado ainda não receberam a promessa; portanto, não são eles de fato. É o silencioso testemunho da fidelidade de sua vida, a memória de seu desempenho, pela fé, que serve de desafio e inspiração.

Todos nós temos apenas uma vida. Uma única e grande oportunidade para alcançar a excelência no serviço da cruz. As testemunhas tiveram seu dia de verão, elas correram bem. Agora é nossa vez. Esse é o cenário de Hebreus 11 e 12. Dois mil anos não enfraqueceram o poder de apelo desta cena. Nas Olimpíadas antigas, os atletas amarravam pesos em suas pernas e corpo. No dia da corrida, livravam-se deles e sentiam que quase podiam voar. "Desembaraçando-nos de todo peso e do pecado", diz o texto de hoje. O peso aqui se refere a qualquer item de natureza supérflua que poderia reter aquele que corre.

Observe mais uma vez que alguns dos heróis mencionados são relacionados pela fraqueza que eles venceram. Alguns deles foram nuvens escuras
que se tornaram prata reluzente. Eles são a permanente lembrança de que Deus convoca a todos, eu e você inclusive.

por Amin A. Rodor, Meditação 2014: "Encontros com Deus".